Você partiu. Morreu na minha realidade. Ficaram as lembranças, um inventário de momentos, de ideias, de palavras, e de um silêncio derradeiro que me cortou os pulsos sem derramar sangue, que me calou a admiração, plantou insultos na minha boca, violentou minha esperança. Não houve anúncio; fiquei suspensa, tal qual equilibrista na corda bamba do desencanto, do desencontro... desassossegada espera. Hoje eu não sei de muitas coisas. Não sei o que você levou de mim, porque não há vazio algum aqui. Não houve nem há abismo entre nós, e como isso é possível, também não sei. Eu só conheço a minha herança, só vejo agora o que você me deixou. Presença. Verdade. O direito adquirido de te lembrar. E me liberta saber que será sempre meu, e todo meu, o direito de sentir saudade.
Eu também... principalmente comendo muito chocolate...! é bom permanecer na doçura..então acho que ao invés de ser internacionalista vou abrir uma doceria...(risos)... Vc acha que é um bom negócio...? Comer doces todos os dias..haha.. quem sabe abro uma fábrica de chocolate.. ou construa um universo de sonhos, através das palavras..!
ResponderExcluirQuando você vai publicar o seu primeiro livro? hhhhh
D++++!
Suprimir pra quê? Não é à toa que estamos todos no mesmo plano material, não é? Pense nisso.
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