Perdoe minha aspereza no trato; é fato que posso ser truculenta, mas ainda é possível enxergar no fundo algum tipo de gesto amável. Desculpe a sequidão do meu jeito; ninguém é perfeito, eu então! Mas se não te ignoro é porque te amo, é porque me importo! Mesmo de um jeito torto... Sei que eu poderia ser melhor; mas, o que fazer se isso é processo de uma vida inteira?
Sinto-me fora de ritmo, como uma descompassada em um salão repleto de exímios dançarinos; como se o mundo [ e o que nele existe, ou subsiste] tivesse apertado o passo, numa velocidade que eu não consigo acompanhar, pois nunca me ensinaram tal coisa; ora, mas alguém foi ensinado a viver, a seguir o andar do mundo? Meu mundo: eis o que me exila; eis o que ninguém entende. Meu refúgio, meu absurdo, minha condição.
Uma borboleta azul pousou em minha janela e trouxe com ela um novo olhar, uma contradição: mais realismo diante da vida, mais sonho para temperar a vida. Uma borboleta azul pousou em minha janela e trouxe com ela uma nova estratégia, uma preparação: é possível trazer o longe pra perto, pra saudade ainda existe saída. Uma borboleta azul pousou em minha janela e trouxe com ela uma doce certeza, uma revelação: nada é pra sempre, muito menos a distância; não é o fim a partida... Ainda é das minhas mãos o poder de transformar o dia cinzento em tarde multicolorida.
a dúvida é mãe da fé...
ResponderExcluiradorei seu texto
Amoooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirEla lê, sublinha e cria!!! E ainda é minha amiga!!!! To mt bem acompanhada nessa vida...
Você pode se divertir?
ResponderExcluirSe caso possitivo, é melhor arriscar...
Fique com Deus, menina Nayara Maia.
Um abraço.