Sinto-me fora de ritmo, como uma descompassada em um salão repleto de exímios dançarinos; como se o mundo [ e o que nele existe, ou subsiste] tivesse apertado o passo, numa velocidade que eu não consigo acompanhar, pois nunca me ensinaram tal coisa; ora, mas alguém foi ensinado a viver, a seguir o andar do mundo? Meu mundo: eis o que me exila; eis o que ninguém entende. Meu refúgio, meu absurdo, minha condição.
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